Escola Casa Aristides

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A Escola Casa Aristides está de volta e cheia de novidades. Após ser toda revitalizada e reinaugurada no dia 13 de abril, com grande presença do público que lotou as dependências do imóvel, as atenções agora estão voltadas para o início das aulas, conforme informado para os candidatos no ato da inscrição.

Neste primeiro momento, 500 alunos participarão das oficinas de Cerâmica Criativa, Fotografia, Marchetaria, Reciclagem, Desenho de Histórias em Quadrinho, Customização, Designer Sustentável, Culinária Alternativa, Cinemídia – utilização de novas mídias na produção audiovisual, Quadrinho multimídia e Criação de Roteiro para Games. A escola também está desenvolvendo incubadoras de projetos ligados ao teatro, mídias e moda.

O retorno das atividades representa o resgate da história de Nova Lima, é a valorização dos artistas, artesãos, voluntários, de todos que passaram por ela e contavam os dias para rever o imóvel novamente com suas portas abertas e pronto para exercer seu papel sociocultural.

REFORMA E REVITALIZAÇÃO
A Prefeitura trabalhou arduamente para resgatar esse importante espaço do município após cerca de quatro anos fechado. Até pouco tempo, a Casa Aristides estava em ruínas e intervenções foram necessárias para evitar o risco de desabamento. Agora, toda revitalizada, está preparada para receber toda a comunidade e retomar suas diretrizes com trabalhos inovadores e sustentáveis.

HISTÓRIA
O nome da casa faz referência ao seu antigo proprietário Coronel Aristides de Paula Ferreira. O prédio foi construído no século XIX por comerciantes portugueses e foi uma das primeiras importadoras do Brasil. Vendia uísque escocês, bacalhau do Porto, porcelana inglesa, prataria,ferramentas, jóias e diversos itens geralmente vindos da Europa. Além disso, era o armazém que abastecia a cidade, com produtos variados como arroz, feijão, utensílios domésticos, ferramentas, entre outros. 

Em 1997 a unidade passou a abrigar a 1ª escola de reciclagem do Brasil, para combater o descarte de produtos e transformá-los em objetos de artes.

Imóvel tombado pelo decreto nº 1.656, de 13 de abril de 2000.